luísa cortesão

juin 4, 2007 - Leave a Response

a bem dizer
já bloguei que chegue e sobre
no tempo em que ter um blogue
era coisa divertida

mas hoje em dia
corro o risco de encontrar
o meu vizinho a blogar
e quero estar escondida

:_(

mars 30, 2007 - One Response

ué, cadê meu vô que tava aqui?

22.06.1923
cruz.jpg 29.03.2007

vai para Igor

mars 29, 2007 - One Response

“outro que amei, amei fisicamente, foi o Vinícius. era maravilhoso, muito humano e engraçado, tinha uma enorme vontade de ser amado o tempo todo, e eu também, claro. Vinícius me dizia você nunca diz que me ama, essas coisas de poeta. um dia fui ao hotel encontrar ele, às nove horas da manhã. quando cheguei fiquei chateada, o Millôr disse que Vinícius tinha saído. fiquei irada, falei isso pro Millôr. aí aparece o Vinícius de pijama, eu disse você é mal educado e ele todo contente, ah você está me amando…”

7,5

mars 28, 2007 - Leave a Response

que já era pensado “corrente” no segundo momento um assumir de sentido diverso, mas qual? qual nem para dizer à tempo, e mesmo me vindo a nota suficiente por passar, que não fiz nenhuma das atividades estilo professora, não me subestime a inteligência, qual sentido? anotei em bloco de notas: 1. que são 32 versos distribuídos aos pares; 2. a partir do 17º, os pares são reorganizados em novas duplas de versos; 3. um segundo sentido aparece, oposto ao primeiro; 4. seria discurso oficial versus aquele do reprimido?; 5. ao final são cantados os textos sobrepostos, como se lutassem, e um em maior volume que o outro, silenciador e silenciado. viajei?

a primeira corrente é sabido que de pessoas, as engajadas, à época de 76 e general Geisel. a segunda, qual?

que era outro sentido decerto, um sentido de aprisionar.

“aprisionar” veio-me à caminho da casa, veio-me como porca chagada a Hillé, como um inesperado impacto de cores a Amós Kéres: um acorrentar que aprisiona. cintilância.

e oxalá em breve estou eu Anco Márcio debruçado sobre e. e. cummings. um começo, e. eu. cummingscei.

cintilância

mars 24, 2007 - Leave a Response

5. Fig. Manifestação viva, brilhante, do espírito ou da inteligência.

paris, 1908

mars 5, 2007 - One Response

“também a arte é apenas um modo de viver, e é possível se preparar para ela sem saber, vivendo de uma maneira ou de outra. em tudo o que é real há mais proximidade dela do que nas falsas profissões semi-artísticas que, ao simular uma proximidade da arte, na prática negam e atacam a existência de qualquer arte. por exemplo, todo o jornalismo faz isso, assim como quase toda a crítica e três quartos do que se chama e pretende ser chamado literatura.”

destruiu comigo.